Poesia de Auta de Souza
Auta de Souza foi uma poetisa brasileira da segunda geração romântica e é considerada por Luís da Câmara Cascudo a maior poetisa mística do Brasil. Seus poemas sempre tiveram influência simbolista e com alto valor estético.
Antonieta Auta de SouzaLer livro
Assim como em outras poesias também com nomes de crianças, Antonieta retrata a criança, pura, inocente e frágil em um sentimento nostálgico.
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Ao Meu Bom Anjo Auta de SouzaLer livro
Em outras passagens, a morte é cantada como um destino aéreo, de sonho, de
liberdade do espírito. Esta morte sensual aparece no poema Ao meu bom anjo.
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Caminho do Sertão Auta de SouzaLer livro
Um dos poemas musicados de Auta de Souza, publicado também em Horto, escrito em homenagem a seu irmão, João Cancio.
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Flores Auta de SouzaLer livro
No poema Flores, atente-se para a coexistência de tempos cronologicamente desencontrados, o tempo horizontal, linear e sucessivo do viver cotidiano e o tempo vertical e descontínuo da Poesia, tempo instantâneo, ligado à profundidade da alma e ao jorro da novidade.
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Olhos Azuis Auta de SouzaLer livro
Olhos azuis é um dos poemas musicados de Auta de Souza, dedicado a Palmyra Magalhães e parte do seu cancioneiro.
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Sancta Virgo Virginum Prece Auta de SouzaLer livro
A evocação do nome de Maria pelas flores remete a este fluxo imaginário, através do qual a poeta participa do falar de seres que desabrocham. Falar por esta força chamada Maria é clamar por uma força estética, por um modo de desabrochar para a vida que priorize a beleza. No poema Sancta Virgo Virginum, a Virgem mostra-se novamente repleta de sensualidade.
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Alguém na Estrada Auta de SouzaLer livro
Soneto recebido pelo médium Chico Xavier falando sobre jesus.
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Ano Bom Auta de SouzaLer livro
Poesia sobre o começo de um novo ano.
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As Mãos de Clarisse Auta de SouzaLer livro
O poema as mãos de Clarisse mais uma vez retrata uma menina, demonstrando sua delicadeza e fragilidade.
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Goivos Auta de SouzaLer livro
Através de seu jardim, a poeta nos abre as portas para a alma do mundo, assim como em Goivos.
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Palavras Tristes Auta de SouzaLer livro
Em outras passagens, a morte é cantada como um destino aéreo, de sonho, de liberdade do espírito. Por vezes, aparece tomada de sensualidade, como em
Palavras Tristes.
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Versos Ligeiros Auta de SouzaLer livro
Poesia datada de 1897, na cidade de Macaíba. Sobre a freira da Igreja.
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Zirma Auta de SouzaLer livro
Poesia datada de 1897, em Nova Cruz falando sobre a menina Zirma, novamente frágil delicada e rodeada pela morte.
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